Pagu – Patrícia Galvão: livre na imaginação, no espaço e no tempo

Sinopse
Narra a trajetória da vida de Pagu, Patrícia Galvão (1910-1962) que teve destacada atuação no cenário político e cultural brasileiro. A Pagu ousada, polêmica, musa de rara beleza e glamour, participante do Modernismo, em sua fase mais revolucionária, a Antropofagia, militante do Partido Comunista Brasileiro e depois dissidente e crítica do mesmo partido, a primeira mulher presa no Brasil por motivos políticos, torturada e perseguida. Romancista, poeta, jornalista, inovadora, sempre salientando a vanguarda, crítica de letras, artes, televisão e teatro, introdutora das primeiras sementes de soja trazidas e plantadas no Brasil, vindas da China, a incentivadora da cultura e do teatro, a mulher precursora.

21 minutos de emoção mostram 52 anos de vida de Pagu por meio de fotos e documentários, constituindo-se em filme obrigatório para todos os que se interessam pelos destinos do País e do mundo.

Baseado no livro Pagu – Livre na Imaginação no espaço e no Tempo, de Lúcia Maria Teixeira, Editora Unisanta.

Apresenta desenhos de PAGU, inclusive inéditos de seu CADERNO DE CROQUIS, e de FEDERICO GARCIA LORCA.

FICHA TÉCNICA – curta-metragem
PAGU LIVRE NA IMAGINAÇÃO, NO ESPAÇO E NO TEMPO
Realização e roteiro:
Lúcia Maria Teixeira
baseado no livro homônimo de sua autoria
Direção:
Rudá de Andrade e Marcello Tassara
Colaboração:
SISTEMA SANTA CECÍLIA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS
PRODUÇÃO UNISANTA
Realizado no
Midialab br/projeto FAPESP 2001
Curta-metragem – 21 minutos
PRÊMIO EXU JORGE AMADO
28ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia 2001


Eternamente Pagu

Por Daniela Nakamura
Acadêmica de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina

Insatisfação, rebeldia, inovação. Palavras que ajudam a definir o comportamento da escritora, jornalista e ativista política Patrícia Rehder Galvão, que usou o apelido Pagu, dado pelo poeta Raul Bopp, como um nome de guerra. Suas atitudes atrevidas já preocupavam seus pais, ricos e conservadores, desde quando estudava na escola normalista, em São Paulo. A alma provocadora ganha força quando é apresentada aos modernistas do movimento de 1922, como Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. Tinha pouco mais de vinte anos na época.

Eternamente Pagu mostra a trajetória de luta, talento e insatisfação dessa mulher visionária, indignada com os abusos do governo de Getúlio Vargas, com a exploração do proletariado e com a hipocrisia da burguesia brasileira. O filme, apesar de mostrar o talento literário de Pagu (Carla Camurati), e de ser permeado com seus versos e frases junto à trilha sonora, destaca mais a sua militância política – a participação em comícios e greves; o sofrimento durante as prisões e as viagens pelo mundo.

Pagu e Oswald de Andrade (Antônio Fagundes) se apaixonam, mas mantêm uma relação secreta, já que o poeta era casado com a pintora Tarsila do Amaral. Em 1930, os dois se casam, oficializam a todos a relação e têm um filho, Rudá. A separação foi um escândalo para a época. Pagu, numa viagem a Buenos Aires, conhece e entrevista “o cavaleiro da Esperança”, Luis Carlos Prestes, com quem sempre sonhava e de quem comentava com sua irmã, Sidéria (Nina de Pádua).

Oswald e Pagu, já filiados ao Partido Comunista, fundam o jornal O homem do povo, onde apontam a submissão e apatia das mulheres da burguesia, a exploração dos proletários e criticam os estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, reduto da burguesia, segundo eles, atrasada e hipócrita. A primeira prisão de Pagu retratada no filme acontece após sua participação em uma greve de estivadores (organizadores de cargas para embarque e desembarque nos portos) em Santos. Fora capturada pela polícia política de Getúlio Vargas.

Em 1935, Pagu foi presa novamente por ser comunista estrangeira, com identidade falsa. Consegue ser repatriada ao Brasil, mas ainda seria presa por relações com o Partido Comunista, e castigada por sua insubordinação às autoridades. No filme, um dos exemplos dessa desobediência ao poder instituído se dá quando o interventor federal Ademar Pereira de Barros, nomeado por Getúlio Vargas, visita a cadeia onde Pagu estava presa, e ao contrário do que fora ordenado pelos agentes prisionais, ela se nega a cumprimentá-lo.

Somente em 1940 consegue a liberdade, depois de quase morrer nas prisões. Nesse tempo em que é torturada, seu filho Ruda é criado por Oswald. Pagu então se desfilia do Partido Comunista e passa a defender o socialismo da linha de Leon Trotsky. O amor de Oswald e Pagu não foi capaz de resistir ao vai-e-vem das prisões, e Pagu acaba se casando com o jornalista Geraldo Ferraz (Otávio Augusto), que lhe possibilita que retome o seu trabalho e com quem fica até o fim dos seus dias. Com Geraldo, tem seu segundo filho, que fica com o mesmo nome do pai. Desesperada e decepcionada por estar doente dos pulmões, com limitações de viver a vida como uma aventura e de modo incerto, como sempre fez, Pagu tenta o suicídio, mas sobrevive. Sobre o caso, o filme traz as próprias palavras da escritora: “Uma bala ficou para trás, entre gazes e lembranças estraçalhadas”.

O filme é importante não só para saber quem foi Pagu, mas principalmente para entender um pouco do clima da época em que artistas tentavam conhecer melhor o país, criticando seus atrasos em meio à ditadura do Estado Novo, e denunciando a imitação cultural e os excessos na linguagem. Mostra-se ainda como um exemplo atual, de enfrentamento de abusos políticos, da irreverência e da luta por ideais. Eternamente Pagu foi indicado na categoria de Melhor Filme no Festival de Gramado de 1988 e venceu nas categorias de Melhor Atriz, com Carla Camurati e de Melhor Trilha Sonora.

FICHA TÉCNICA
Título original: Eternamente Pagu
Produção: Brasil, 1987
Direção: Norma Bengell
Duração: 101 min
Roteirista: Márcia de Almeida, Geraldo Carneiro, Norma Bengell
Trilha: Turíbio Santos, Roberto Gnatalli
Elenco: Carla Camurati, Antônio Fagundes, Esther Goés, Nina de Pádua, Otávio Augusto


Trata-se de EH Pagu, Eh! de Ivo Branco

Filme de 1982, curta metragem, conta um pouco da trajetória de Patricia Galvão, a Pagu, musa da segunda dentição da Antropofagia,casada com Oswald de Andrade com quem teve o filho Rudá de Andrade, tradutora e jornalista na France Press, secretária de O Homem do Povo e A Mulher do Povo, que mantinha com Oswald de Andrade.

Criou também o jornal Vanguarda Socialista com Geraldo Ferraz e Mario Pedrosa. e trabalhou ainda em jornais como A Tribuna de Santos, onde colaborou com seu segundo marido Geraldo Ferraz, com quem teve o filho Geraldo Galvão Ferraz, o Kiko Ferraz. Presa na ditadura de Getulio Vargas por ser do PCB, Pagu permaneceu na cadeia por 5 anos e foi barbaramente torturada , sendo a primeira presa politica do Brasil.

O filme conta com a participação de Edith Siqueira como Pagu, além de fotos de época mostrando personagens como Luis Carlos Prestes, importante na trajetória de Pagu, pequenos trechos de suas falas, alguns de seus escritos e croquis e fotos de Pagu além de fotos familiares desde pequena até seus dois casamentos.

FICHA TÉCNICA
País: Brasil
Duração: 15′
Diretor: Ivo Branco
Produtor: Rebeca Mc Mello
Ano: 1982
TEMA: Biografia
Formato: HD
Montagem: Francisco Magaldi
Som Direto: Guga Bandeira
Fotografia: José Roberto Sadek
Pesquisas Fotográficas: Ivo Branco, Paulo Cesar DE Azevedo, Vladimir Sacheta
Prêmios:
Melhor Curta no Festival de Brasília 1982, Melhor Roteiro de Curta no Festival de Brasília 1982, Prêmio Estímulo da Secretaria de Estado da Cultura/SP 1982
Tags: antropofagia, ditadura, pcb
Esse filme também pode ser visto em curtadoc.tv


Crônica Não tenha Medo do Escuro de Patrícia Galvão – Pagu

A crônica Não tenha Medo do Escuro, é uma carta de amor ao filho Rudá, que marca o encontro de ambos, após muitos anos separados.

      Vão aqui os dedos ao encontro da parede, dos cabelos amados, do sorriso que não vejo, ó lua negra na noite destrelada, passos que vêm agora, que vão, palavras em língua estranha me servem chá preto, pão preto, arroz preto, verduras pretas. E a noite noturna vagando este coração todo escaninho aberto às brisas punhais da lembrança, do azul, do amarelo, do branco, daquela rede trançada, os quadros muito amados, a paisagem, a velha parede, as folhas. Nenhuma lágrima a não ser este amargo canto negro que sobe na noite e vem servir de berceuse, sentimento abstrato de que me sirvo para me lembrar muitas vezes de meus olhos…

**

Quereria lhe escrever Rudá nestas linhas a minha carta de amor da noite em que estamos perdidamente clandestinos no barco imenso que bóia sobre as águas do mundo tomado de dilúvio. Rios correm pelos sulcos de todos os países, bichinhos humanos pequeninos sem mãos adultas puxando seus passos infantes, e nós com a obrigação de amar-nos por nós e por todos nesta enseada onde bóia o grande barco agora chegado a nenhum cais. Não é lamento nem sofrimento – é apenas a constatação. Sei que me vês assim mesmo na noite. Cheguei com as mãos cheias de cravos. Ouvirás apenas o rumor silencioso deste perfume que sobe das pétalas de joelhos aos seus pés meu pequenino.

     Quereria lhe escrever esta carta de amor que não passará da noite noturna de nossas mãos unidas sobre estrelas mortas, vazios desertos, espaços sem mundos estelares, vácuo e silêncio, embora apenas se percebam os ruídos do outro lado. Do outro lado da parede. [i]

[i] Patrícia GALVÃO, Não tenha Medo do Escuro, Diário de São Paulo, 30/11/1947.

 

 


Lucia Teixeira fala para Record sobre Pagu e os Modernistas

Foi exibida no último sábado, (3/2), pela Record uma reportagem sobre os 96 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, que marcou o início do Movimento Modernista no Brasil. A biógrafa de Patrícia Galvão (Pagu) e presidente da Unsisanta, Lúcia Teixeira, conversou com a equipe sobre a influência da jornalista e militante política e cultural entre os modernistas em sua segunda fase, o Movimento Antropofágico.

Confira a entrevista na íntegra:


Livro Viva Pagu é destaque em reportagem da TV Tribuna

O evento Viva Pagu – Feira das Minas foi inspirado no livro da biógrafa de Pagu e presidente da Unisanta, Lúcia Teixeira.

Como forma de divulgar e estimular o empoderamento feminino, a edição do Jornal A Tribuna 1ª Edição, da TV Tribuna, emissora filiada à Rede Globo, desta última segunda-feira, 5/11, exibiu a reportagem sobre o evento Viva Pagu – Feira das Minas, com a entrevista da presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e biógrafa de Patrícia Galvão (Pagu), Lúcia Teixeira.

A escritora prestigiou o evento que aconteceu no último sábado, 3/11, e ganhou esse nome por inspiração em seu livro Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão. “O Livro Viva Pagu, que marcou o Centenário de Pagu, deu origem a várias iniciativas, fico muito feliz que é o nome desse seja evento também!”, falou Lúcia para os jornalistas.

Na oportunidade, os participantes da Feira puderam adquirir o livro, cujo preço é R$ 90,00, por R$ 45,00, em prol das atividades promovidas pelo Instituto Neo Mama, pois a renda arrecada com a venda do livro foi doado ao projeto.

Viva Pagu aborda, em 348 páginas, ricamente ilustradas, a vida e a obra de Patrícia Galvão (1910-1962), jornalista, militante política, incentivadora da cultura e mulher precursora.

Exibição do documentário Viva Pagu – Na programação da Feira, no Museu da Imagem de Som de Santos – MISS foi exibido o documentário Viva Pagu, também baseado na Fotobiografia de Lúcia Teixeira. Desenvolvido pelos profissionais do Espaço Unisanta, com a direção da jornalista, Alessandra Pereira, o filme tem cerca de 13 minutos de duração.

A autora – Lúcia Maria Teixeira é Mestre e Doutora em Psicologia da Educação, autora também  de “Pagu – Livre na imaginação, no Espaço e no Tempo”, “Croquis de Pagu”, “A Claridade da Noite” e dos infantis “Tudo É Possível” e “O Segredo da Longa Vida”, entre outros. É presidente da Universidade Santa Cecília e presidente do Centro de Estudos Pagu Unisanta (CEP), em Santos.

Sobre o CEP – O Centro de Estudos Pagu Unisanta, em Santos, reúne ao redor de 3000 arquivos originais e digitalizados sobre Patrícia Galvão, a grande maioria inéditos. Colabora assim para difundir para todo o país essa memória, da qual é o depositário.

O Centro foi fundado em 2005 pela escritora e pesquisadora Lúcia Maria Teixeira. Constitui-se de material resultante de pesquisa por ela iniciada em 1988, a partir de seu primeiro livro sobre Pagu, “Patrícia Galvão – livre na imaginação no espaço e no tempo” (Editora Unisanta, 1988), transformado depois em filme, em 2001, ganhador do prêmio Exu Jorge Amado, da Jornada Internacional de Cinema da Bahia (sob a direção de Rudá de Andrade e Marcelo Tassara), ao qual se seguiram obras como “Croquis de Pagu – e outros momentos felizes que foram devorados reunidos” (Unisanta/Cortez Editoras, 2004), que culminaram com a organização do maior arquivo existente no Brasil sobre Patrícia Galvão, o Centro de Estudos Pagu Unisanta.

Clique aqui e confira a reportagem.

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Documentário sobre Pagu conta com a pesquisa de Lúcia Teixeira

A biógrafa de Patrícia Galvão, a Pagu, e presidente do Centro de Estudos Pagu Unisanta (CEP), Lúcia Teixeira, concedeu entrevista na manhã da última quarta-feira, 8/04, para o grupo denominado “Berenice Filmes”, formado por alunos de Cinema e Audiovisual.

A entrevista de Lúcia e as pesquisas do grupo no CEP farão parte do documentário “As estações de Pagu”, que será apresentado em junho deste ano, como trabalho de conclusão de semestre e tem o objetivo de contar a história da vida pessoal de Patrícia Galvão.

“É muito gratificante receber jovens tão interessados e preparados para conversar sobre Pagu. O seu legado ainda é muito atual e nos faz refletir sobre muitos aspectos sociais e políticos em que vivemos até hoje. Ver o trabalho que desenvolvemos no CEP rendendo frutos e chegando até os estudantes e pesquisadores de todo Brasil mostra que estamos conquistando do nosso objetivo, que é de levar o nome desta mulher percursora a todos”, disse a biógrafa.

O documentário mostrará que Pagu por meio de suas poesias expressa sua própria subjetividade em diferentes momentos de sua vida, desde sua adolescência até seus últimos anos de vida, criando uma relação metafórica com as características das estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Ao mesmo tempo em que enfatiza a ligação de Pagu com Santos, cidade que um dia foi seu “refúgio”.

Com linguagem poética e imagens conceituais o documentário exibe as fases da vida de Patrícia Galvão, desde a estação primavera, fase de sua vida em que escrevia poesias alegres, quentes e sem ressentimentos; Até o inverno, estação em que se tornou uma pessoa cheia de arrependimentos e principalmente imersa em sua fria solidão.

Centro de Estudos Pagu Unisanta – Localizado em Santos, na Unisanta, reúne cerca de três mil arquivos originais e digitalizados sobre Patrícia Galvão, a grande maioria inédita. Colabora assim para difundir para todo o País essa memória, da qual é o depositário. Fruto da pesquisa de Lúcia, muitos outros trabalhos – teses, livros, exposições, peças de trabalho, audiovisuais – foram produzidos a partir do seu incentivo e do Centro Pagu Unisanta.


Confira a entrevista da Lúcia Teixeira ao Portal Imprensa

“Fama de porra louca, tudo bem!”, é com o verso da música “Pagu, de Rita Lee que o Portal Imprensa inicia a reportagem sobre o legado de Patrícia Galvão, com a entrevista da biógrafa de Pagu, Lúcia Teixeira.

Confira a entrevista na íntegra no site do Portal Imprensa.


Uma data para não perder Pagu

Há 52 anos o mundo perdeu uma de suas maiores percursoras das lutas sociais e idealizadora da disseminação da cultura. Patrícia Galvão partiu no dia 12 de dezembro de 1962, deixando um legado imenso de ideias, histórias, arte e muita literatura e teatro.

Com mais de 20 anos de pesquisa da biógrafa de Pagu, Lúcia Teixeira, o Centro de Estudos Pagu Unisanta mantém um acervo com esse legado, contendo mais de 3 mil documentos inéditos e digitalizados, fruto dessa investigação.

Além de acondicionar e manter todo esse material à disposição de estudantes e pesquisadores, o Centro trabalha diariamente na divulgação e disseminação de toda vida e obra da musa do modernismo.

Assistam a última reportagem sobre todo esse trabalho idealizado por Lúcia, em entrevista que deu ao canal a cabo, Arte 1:


Canal Arte 1 entrevista Lúcia Teixeira sobre Pagu

Nesta sexta-feira, 10/10, a presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e idealizadora do Centro de Estudos Pagu Unisanta (CEP), Lúcia Maria Teixeira, recebeu a equipe de reportagem do programa Em Movimento, do Canal Arte 1, do grupo Band, veiculado na TV a Cabo.

Lúcia apresentou os mais de 3 mil documentos inéditos do CEP e contou sobre seus mais de 20 anos de pesquisa, sobre a Patrícia Galvão, a Pagu. A autora e biógrafa de Pagu também mostrou a importância da pesquisa para a literatura do Brasil e da divulgação da vida e da obra desta jornalista, militante política e cultural.

“É sempre um prazer receber os jornalistas no Centro de Estudos Pagu Unisanta, pois assim perpetuamos e ampliamos ainda mais esse trabalho de mostrar para o mundo quem foi Pagu. Suas obras, como o Parque Industrial, por exemplo, ainda é muito atual e reflete uma realidade sobre a política e a sociedade de nosso País e todos precisam ter acesso a esse conteúdo”, explicou Lúcia.