Unisanta inicia intercâmbio cultural com Centro Lusófono na Rússia e faz doação de livros

A Universidade Santa Cecília (Unisanta) participa da campanha de doações de livros que tem por objetivo ajudar a difusão da Língua Portuguesa na Rússia, através de intercâmbio cultural com o Centro Lusófono Camões da Universidade Estatal Pedagógica Hertzen, de São Petersburgo (Rússia).

A iniciativa vem encontrando boa receptividade tanto no Brasil como em Portugal. Várias instituições, editoras e autores já se dispuseram a enviar doações pelo correio para aumentar o acervo do Centro Lusófono.

Foram doados pela Unisanta os seguintes livros: Benedicto Calixto – Imortalidade, de Milton Teixeira; Identidade e Poder na Universidade, de Sílvia Ângela Teixeira Penteado; Pagu – Patrícia Galvão, livre na imaginação, no espaço e no tempo, de Lúcia M. Teixeira Furlani; A Claridade da Noite – Os Alunos do Ensino Superior Noturno, de Lúcia M. Teixeira Furlani; Autoridade do Professor: Meta, Mito ou Nada Disso?, de Lúcia M. Teixeira Furlani; Croquis de Pagu, de Lúcia M. Teixeira Furlani; além da Revista Ceciliana.

Ao receber as doações, o professor e diretor do Centro, Vadim Kopyl, disse que estava profundamente emocionado e agradecido pela contribuição das instituições e editoras brasileiras e de autores do Brasil e de Portugal para o enriquecimento do acervo do Centro. “Fiquei verdadeiramente impressionado com o desejo de todos em nos ajudar no trabalho de difusão da Língua Portuguesa”, disse.

Mas esta não é a primeira parceria da Unisanta com o Centro Lusófono. Em julho de 2011, o jornalista e escritor Adelto Gonçalves, professor de Jornalismo da Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC) da Unisanta foi indicado assessor de imprensa e cultural do Centro, através de indicação de Kopyl, durante visita do professor brasileiro à São Petersburgo.

Sobre o Centro Lusófono Camões - Fundado em 1999, o Centro Lusófono Camões começa o ano, em média, com 15 estudantes russos de Português. Os estudantes entram no nível zero, passando para o nível médio, chegando ao nível superior. Em média, formam-se de sete a oito alunos por ano.

Desde a sua fundação, o Centro já publicou em edições bilingue livros como o Guia de Conversação Russo-Portuguesa Contemporânea, Poesia Portuguesa Contemporânea (2004), que reúne poemas de 26 poetas portugueses, e Vou-me embora de mim (2007), do poeta português Joaquim Pessoa.

Em 2006, com o apoio da Embaixada do Brasil em Moscou, o Centro publicou o livro Contos, de Machado de Assis (1839-1908), em edição russo-portuguesa. Em 2007, publicou Contos Escolhidos, também de Machado de Assis, igualmente em edição russo-portuguesa. A Universidade de Coimbra, a Biblioteca Nacional de Lisboa, o Instituto Camões e a Fundação Calouste Gulbenkian são algumas das instituições culturais portuguesas que têm cooperado com o trabalho dos lusistas russos.


A vida (multifacetada) de Pagu em imagens (Adelto Gonçalves*)

I - A exemplo de Eça de Queiroz (1845-1900), Fernando Pessoa (1888-1935) e outros grandes nomes da Literatura em Língua Portuguesa, Patrícia Galvão (1910-1962), a musa do Modernismo brasileiro, acaba de ganhar sua fotobiografia: Viva Pagu: Fotobiografia de Patrícia Galvão (Santos: Universidade Santa Cecília-Unisanta; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010), trabalho da professora Lúcia Maria Teixeira Furlani e do jornalista Geraldo Galvão Ferraz, filho da escritora, que reúne fotografias e textos que, na maioria, fazem parte do acervo do Centro de Estudos Pagu, da Unisanta, de Santos, e estão disponíveis no site www.pagu.com.br.

Mulher pouco convencional para o seu tempo, Patrícia Galvão teve uma trajetória ímpar na história da Literatura e é uma poucas escritoras brasileiras que atraem o interesse de estudiosos estrangeiros, como o professor norte-americano Kenneth David Jackson, da Universidade de Yale, que traduziu com Elizabeth Jackson para o inglês o seu romance Parque Industrial, publicado em 1994 pela Editora da Universidade de Nebraska.

Neste livro preparado com raro esmero por Lúcia Teixeira e Geraldo Galvão Ferraz, o leitor pode encontrar numerosas passagens da vida de Pagu, apelido que lhe foi dado pelo poeta modernista Raul Bopp (1898-1984) e pelo qual ela, nos últimos tempos, não tinha muito apreço, porque representava uma época já superada em sua vida. O leitor pode encontrar ainda uma Patrícia Galvão que hoje é difícil de imaginar que tenha existido – uma mulher fatal, como Gilda, o filme de 1946, estrelado por Rita Hayworth (1918-1987). A Patrícia Galvão jovem não só era uma mulher atraente como revolucionária, ativista, ligada às vanguardas de seu tempo, que não perdeu a dignidade nem mesmo quando submetida a torturas físicas e psicológicas pela ditadura do Estado Novo (1937-1945), uma das maiores ignomínias da História brasileira – a outra foi a ditadura militar que durou de 1964 a 1985.

Trabalho de pesquisa, que contou com a ajuda e colaboração de familiares e antigos amigos e conhecidos de Patrícia Galvão, este livro procura registrar com fotos e documentos a trajetória da escritora, desde o seu nascimento em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, cidade importante à época em que o café construía fortunas no Brasil, no seio de uma família de imigrantes alemães, os Rehder, cujo patriarca, o bisavô Nicolau, havia construído a estação de trem local. Da Patrícia menina há muitos registros: sua vida na escola primária, a época como normalista, seu irmão e irmãs e mesmo a sua iniciação precoce no mundo do amor. “Era uma menina forte e bonita que andava sempre muito extravagantemente maquiada”, como recordou num depoimento de 1978 um contemporâneo.

 

II - O livro mostra ainda fotos da época em que Patrícia Galvão, aos 18 anos de idade, conhece Oswald de Andrade (1890-1954), à época com 38 anos e casado com a pintora Tarsila do Amaral (1886-1973). Ela começa a colaborar como desenhista com a segunda fase da Revista de Antropofagia, que passa a ser publicada no Diário de S. Paulo, de março e agosto de 1929. Logo, o casamento de Oswald entra em convulsão, depois de um affair do escritor com a jovem Patrícia.

O casamento de Patrícia com Oswald também seria tumultuado. E, numa dessas fugas da realidade, ela vai para Buenos Aires, onde mantém contato com o grupo da revista Sur, que reunia Victoria Ocampo (1890-1979), Jorge Luis Borges (1899-1986) e outros nomes da história da literatura argentina. Em razão de outros contatos, volta convertida ao credo comunista a que se dedicará com paixão, até que, depois de muitas prisões e padecimentos, descobre com seus próprios olhos em Moscou a verdadeira face do “paraíso comunista”. Em 1933, publica o “romance proletário” Parque Industrial, disfarçada sob o pseudônimo Mara Lobo, em edição financiada por Oswald de Andrade. Uma edição com tiragem limitada, quase clandestina, com capa da própria autora.

Ao fazer uma auto-avaliação de seu passado de marxista-leninista ortodoxa, em 1938, Patrícia é expulsa do Partido Comunista Brasileiro, acusada de trotskista, em companhia de José Stacchini (1916-1988) e outros militantes, como mostra documento da época reproduzido no livro. (Stacchini, que este articulista conheceu em 1975 na antiga redação de O Estado de S.Paulo, na Rua Major Quedinho, acabaria por escrever um livro formado por reportagens panegíricas sobre os preparativos para o golpe militar de 1964, intitulado Março de 64: mobilização da audácia (1965). À época, talvez Stacchini não imaginasse no que daria aquela mobilização da direita. E a impressão que passava, mais de dez anos depois, era a de um homem desiludido com a vida e com a espécie humana). Dessa época, a Fotobiografia traz vários recortes de jornais e relatórios policiais sobre as atividades de Patrícia Galvão, então considerada perigosa “extremista”.

 

III - Passada a fase de ativista, Patrícia tornou-se jornalista em tempo integral e militante do teatro. Casou-se com o jornalista Geraldo Ferraz (1905-1979), que era ligado ao grupo modernista. Como Geraldo Ferraz, ex-secretário de redação do Diário da Noite, trocaria São Paulo pelo litoral paulista para dirigir a redação de A Tribuna, de Santos, onde já havia trabalhado no começo da década de 1940, a escritora o acompanharia e passaria a desenvolver no diário santista a atividade de crítica teatral e, depois, a precursora função de crítica de TV, ainda na década de 1950.

(De Geraldo Ferraz, este articulista recorda-se de vê-lo adentrando de sandálias a redação de A Tribuna, de Santos, no começo da década de 1970. Já estava afastado da direção da redação e morava na Ilha Verde, nome que dera à casa da pintora Wega Nery, com quem vivia em Guarujá. Embora a gerência do jornal habitualmente mandasse um motorista buscar as colaborações em sua casa, de vez em quando, ele fazia questão de ir à redação pessoalmente levar os editoriais que ainda estava encarregado de escrever, especialmente sobre política internacional. Depois, invariavelmente, passava pela livraria Martins Fontes, na Praça Independência, no Gonzaga, para conferir as novidades literárias).

Antes disso, o casal teve ainda uma passagem por jornais cariocas, época em que ela, escondida sob o nome de King Shelter, escreveu histórias de mistério para a revista Detective, dirigida por Nelson Rodrigues (1912-1980). Os contos seriam reeditados em 1998 no livro Safra Macabra (Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora), preparado por seu filho Geraldo Galvão Ferraz.

Em 1950, ocorre sua tentativa frustrada de militar na política partidária como candidata a deputada estadual pelo Partido Socialista Brasileiro, em São Paulo. Dessa época é o panfleto eleitoral Verdade & Liberdade em que faz uma dura crítica à direita e ao getulismo – e toda a violência aos direitos humanos que foram praticados durante o Estado Novo –, mas não deixa de condenar a esquerda stalinista e o Partido Comunista Brasileiro. Dizia: “Dos vinte aos trinta anos, eu tinha obedecido às ordens do Partido. Assinara declarações que me haviam entregue, para assinar sem ler”.

 

IV - A última etapa da vida de Patrícia Galvão é marcada por sua atuação cultural. Em A Tribuna, a 27 de novembro de 1955, escreve uma página dedicada ao poeta Fernando Pessoa para assinalar os 20 anos de sua morte. Em 1956, faz outra página dedicada a Dostoievski (1821-1881), por ocasião do 75º aniversário de sua morte. Essas e outras páginas também estão reproduzidas nesta Fotobiografia. Em 1959, dizia que a função da imprensa, num país de tamanha pobreza para as coisas da inteligência, é estimular a cultura. Mais de meio século depois, esta é uma frase que continua mais válida do que nunca, embora nos dias de hoje o que menos se vê na grande imprensa são textos culturais.

É claro que uma vida tão multifacetada como a de Patrícia Galvão não cabe em poucas e resumidas palavras. Mas esta Fotobiografia cumpre bem o seu papel, ao permitir que se tenha uma visão mais nítida de uma trajetória extremamente singular na história da Literatura Brasileira. Trabalho que a história da Literatura Brasileira fica a dever a Lúcia Maria Teixeira Furlani e a Geraldo Galvão Ferraz.

Lúcia Maria Teixeira Furlani, mestre e doutora em Psicologia da Educação, é presidente da Universidade Santa Cecília e autora de Autoridade do professor – meta, mito ou nada disso, Fruto proibido – um olhar sobre a mulher; Pagu – livre na imaginação, no espaço e no tempo; A claridade da noite – os alunos do ensino superior noturno e Segredo da longa vida, entre outros. Já Geraldo Galvão Ferraz, jornalista, crítico literário e tradutor, passou pelas redações de O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde, Editora Abril e Revista Cult. É autor de Livro, ferramenta de progresso e de A empolgante história do romance policial.

 


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VIVA PAGU: FOTOBIOGRAFIA DE PATRÍCIA GALVÃO, de Lúcia Maria Teixeira Furlani e Geraldo Galvão Ferraz. Santos: Universidade Santa Cecília (UNISANTA). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 348 págs., 2010. E-mails: lucia@unisanta.br; livros@imprensaoficial.com.br Sites: www.unisanta.br; www.imprensaoficial.com.br

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(*) Adelto Gonçalves é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo e autor de Gonzaga, um Poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona Brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; São Paulo, Publisher Brasil, 2002) e Bocage – o Perfil Perdido (Lisboa, Caminho, 2003). E-mail: marilizadelto@uol.com.br


Dicas para ótimos presentes de Natal!

Para os que fazem questão de presentear bem, e deixar marcas positivas de uma época mágica, esta de Natal e de Ano Novo que se aproxima, nada como dar livros – lembrança inesquecível para quem os recebe.

Uma sugestão é Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão, de Lúcia Maria Teixeira Furlani e Geraldo Galvão Ferraz, mergulho saboroso na vida da Musa do Modernismo, repleto de fotos e revelações.

E para as crianças, momentos lúdicos para aprender de maneira prazerosa fatos da história do Brasil e da nossa região, na obra Tudo é Possível – Incrível viagem no tempo e O Segredo da Longa Vida, de Lúcia Maria Teixeira Furlani.

Disponíveis na melhores livrarias, na UNISANTA e pela internet:

Lojas e sites

Livraria Imprensa Oficial
Livraria Martins Fontes
Submarino

Centro de Estudos Pagu Unisanta

Telefone: (13) 3202-7180 ou vivapagu@unisanta.br

Outros locais de venda:

Matriz
Rua da Mooca, 1921 – São Paulo-SP – CEP 03103-902
Central de Atendimento: 0800 0123401
Horário: de 2ª a 6ª, das 8h às 20h
sac@imprensaoficial.com.br

Espaço Imprensa Oficial
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº – Luz São Paulo – SP
Telefone: (11) 3311-7612
Horário: 3ª a Domingo das 10h às 18h
museulportuguesa@imprensaoficial.com.br

Livraria Casa das Rosas
Av. Paulista, 37 -Paraíso
Telefone: (11) 3253-1902
Horário: 3ª a 6ª, das 10h às 22h, Sábado e Domingo das 10h às 18h
livrariarosas@imprensaoficial.com.br

Livraria XV de Novembro
Rua XV de Novembro, 318 – Centro São Paulo – SP 01013-000
Telefone: (11) 3105.6781 e (11)3101.6473
Horário: 2ª a 6ª feira das 9h às 19h
livrariaxvnovembro@imprensaoficial.com.br

Livraria Museu Imagem e Som
Avenida Europa, 158
Jardim Europa São Paulo-SP – CEP 01449-000
Telefax: (11) 3062-4229
Horário: 3ª a Sábado, das 12h às 22h e Domingo e Feriados das 11h às 21h
museuimagemsom@imprensaoficial.com.br

Filial Poupatempo Ribeirão Preto
Avenida Presidente Kennedy, 1500
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Fax: (16) 3603-1251
Telefones: (16) 3603-1249 / 3603-1250
Poupatempo Novo Shopping Center
Horário: de 2ª a 6ª, das 9h às 19h e Sábado das 9h às 15h
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Filial Poupatempo Sé
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Horário: Temporariamente fechado
filialpoupatempose@imprensaoficial.com.br


Ministério da Cultura e a mídia enaltecem trabalho de Lúcia Teixeira Furlani e da Unisanta

A presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta), escritora e pesquisadora Lúcia Maria Teixeira Furlani, participou na noite de quarta-feira, 9/11, da entrega da ordem do Mérito Cultural, em Recife, que está homenageando Pagu. Sua participação foi notícia na página oficial do Ministério da Cultura, em sites de expressão nacional, como G1 (globo.com), nos principais jornais de Pernambuco, como o Jornal do Commercio, além de Blogs, colunas sociais e no Caderno Regional, da TV Santa Cecília.

“Os escritos são um depoimento biográfico do estado em que Pagu vivia. Sem liberdade, ela estava desapontada e se questionava sobre a sua impotência e insignificância diante daquilo. Falar dela é falar da história recente do País. É mostrar que devemos ser fortes, superar as fraquezas e que não podemos aceitar novamente os mesmo erros da época que nos privaram, além de que nos faz lembrar que contribuímos para a cultura do Brasil”, falou para o site de notícias G1, que destacou a presença da presidente da Unisanta na cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural.

“Estou muito feliz em ter colaborado no desenvolvimento desta homenagem, pois acredito que, assim, revelamos não só a história da mulher extraordinária que foi Pagu, mas também um pouco da história do Brasil, sobre um período que ainda se sabe pouco”, revelou Lúcia na reportagem, Entrega foi marcada por apresentações de artistas pernambucanos, publicada no site do Ministério da Cultura.
Os documentos foram o tema central da reportagem Documentos inéditos de Pagu são revelados, de uma página, publicada no Jornal do Commercio nesta sexta-feira, 11/11. Em entrevista ao jornal de Recife, a presidente do Centro de Estudos Pagu – Unisanta, revelou sua ideia de divulgar cada vez mais o acervo, que já produziu livros como Pagu – livre na imaginação, no espaço e no tempo, Croquis de Pagu e Viva Pagu- Fotobiografia de Patrícia Galvão.

“Pagu – sonho, luta e paixão”, foi o tema do evento realizado no Teatro Santa Isabel, na quarta-feira, 9/11. “No seu exercício do jornalismo ela traduziu e publicou textos importantes de autores estrangeiros até então desconhecidos no Brasil. Além disso, foi uma importante apoiadora do teatro amador”, afirmou Lucia, para o Jornal Folha de Pernambuco Digital.

A presidente da Unisanta entregou, na manhã de quarta-feira, 9/11, à ministra da Cultura, Anna Buarque de Hollanda, documentos inéditos escritos por Pagu na prisão há 75 anos. O encontro, que foi no hotel Atlante Plaza, em reunião de preparação do Prêmio Ordem do Mérito Cultural, do Minc, foi destaque no blog Social 1, da colunista social Roberta Jungmann, na coluna social do Jornal A Tribuna e na coluna social do jornal Folha de Pernambuco Digital.

Confira algumas matérias:

G1 - Portal de Notícias da Globo

Site Ministério da Cultura

Folha de Pernambuco

Folha de Pernambuco - Coluna Foco

Blog Jornal do Commercio


Ministério da Cultura homenageia Pagu e reconhece trabalho da escritora Lúcia Teixeira Furlani, em cerimônia em Recife

O Festival Santista de Teatro (FESTA) foi reconhecido pelo MinC como grande incentivador da cultura nacional

A presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e do Centro de Estudos Pagu Unisanta (CEP), Lúcia Maria Teixeira Furlani, participou, como convidada especial do Ministério da Cultura (MinC), da cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural (OMC), realizada no último dia 9/11, no Teatro de Santa Isabel, em Recife (PE).

O tema da edição 2011 da OMC foi uma homenagem a Patrícia Rehder Galvão – Pagu (1910-1962). O evento reuniu grandes nomes da cultura nacional como Sergio Mamberti, Barbara Paz, Chico Diaz, Silvia Buarque, Héctor Babenco, Beth Carvalho, Jair Rodrigues, entre outros.

O Ministério da Cultura (MinC) solicitou assessoria da escritora Lúcia em todas as etapas da cerimônia, fato que demonstra o reconhecimento do MinC e da Presidência da República ao trabalho que Lúcia realiza como escritora e pesquisadora do tema, há mais de 22 anos.

Desde a escolha do tema, por ela sugerido: “Pagu – Sonho Luta Paixão”, assim como seus livros  serviram de base para a direção artística do evento e foram entregues pela Ministra às autoridades presentes.

As diversas obras e iniciativas culturais de Lúcia sobre Pagu foram responsáveis pelo resgate da memória dessa mulher precursora, jornalista, participante do modernismo, militante política e cultural, cujo centenário foi comemorado em 2010.

Lúcia entregou à Ministra da Cultura, Anna Buarque de Hollanda, documentos inéditos escritos por Pagu na prisão há 75 anos

Documentos inéditos - Durante reunião preparatória do evento, Lúcia entregou à Ministra da Cultura, Anna Buarque de Holanda, carta escrita por Pagu na prisão, que ficou guardada e inédita 72 anos.

Lúcia é autora da trilogia “Pagu – Livre na imaginação, no espaço e no tempo” (1988 – livro e filme); “Croquis de Pagu” (2004) e “Viva Pagu” (2010; este, em coautoria com Geraldo Galvão Ferraz), entre outras obras.

Santistas – Além da escritora, outros santistas foram homenageados pelo Ministério, em Recife. O Festival Santista de Teatro (Festa) – que tem mãe com nome e sobrenome: Patrícia Galvão – também foi reconhecido como grande incentivador da cultura nacional, durante a cerimônia.

A Ministra Anna Buarque de Holanda, tendo ao lado a atriz Denise Fraga, apresentadora da cerimônia, e no camarote principal do histórico Teatro Santa Isabel, de Recife, Lúcia Maria teixeira Furlani e Geraldo Galvão Ferraz


Os santistas Lúcia Teixeira Furlani e Sergio Mamberti, entre os atores Barbara Paz, Chico Diaz e Silvia Buarque, e o cineasta Héctor Babenco

Lúcia Furlani e os integrantes do Festival Santista de Teatro


Lúcia com Beth Carvalho e Sérgio Mamberti

O cantor Jair Rodrigues e Lúcia


Jornal do SBT entrevista Presidente da Unisanta e do Centro de Estudos Pagu, Lúcia Teixeira Furlani

O Centenário de Patrícia Galvão (Pagu), comemorado em 2010, foi tema de matéria especial do Jornal do SBT – Noite (9/6). Uma das entrevistadas foi a pesquisadora Lúcia Maria Teixeira Furlani, presidente do Centro de Estudos Pagu – Unisanta (CEP), sediado na Universidade Santa Cecília.

O arquivo do CEP foi reunido por Lúcia durante mais de 23 anos de pesquisa, desde que publicou seu primeiro livro sobre Pagu, em 1988, “Pagu- Livre na Imaginação, no Espaço e no Tempo”, ao qual se seguiram “Croquis de Pagu” ( 2004) e “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão” , que Lúcia escreveu e lançou em 2010, em parceria com o jornalista Geraldo Galvão Ferraz, filho mais novo de Pagu.

O acervo conta com mais de 3000 arquivos originais e digitalizados sobre Patrícia Galvão, a grande maioria inédita. Desde 2005, o Centro tem como principal objetivo difundir para todo o país a memória de Patrícia Galvão.

Confira a matéria:


Projeto Viva Pagu e palestra de Lúcia Furlani representam o mês da mulher, em São Bernardo do Campo

A propósito das comemorações do Dia Internacional da Mulher, no mês de março, a escritora, pesquisadora de Patrícia Galvão e idealizadora do Projeto Viva Pagu, Lúcia Maria Teixeira Furlani, a convite da Prefeitura de São Bernardo do Campo, irá ministrar a palestra “Mulher – a constância da vida é a mudança”, ilustrada com sons e imagens, na Biblioteca Monteiro Lobato, no dia 22/3, às 19h. Entrada franca.

A palestra tratará sobre os diferentes papéis da mulher na atualidade e terá como cenário a exposição Viva Pagu, de curadoria da pesquisadora Lúcia. A mostra, sucesso de crítica e público, já passou pela Casa das Rosas, em São Paulo, na Universidade Santa Cecília (Unisanta) e no Teatro Municipal Brás Cubas, as duas últimas em Santos (SP).

“Será uma oportunidade para conversar com o público do ABC a respeito de questões de gênero, construções sócio-culturais que variam através da história e se referem aos papéis psicológicos e culturais que a sociedade atribui ao ‘masculino’ e ao ‘feminino’. Teremos como pano de fundo a exposição, com documentos autênticos da vida de Pagu, e da época em que viveu (1910 a 1962), trazendo-os para os dias atuais. A quebra de padrões e estereótipos na área cultural, política e de comportamento da vida de Pagu e de outros homens e mulheres é bem ilustrativa para o tema”, afirma Lúcia.

A exposição Viva Pagu ficará aberta ao público até o dia 24 de abril, com visitação de segunda a sexta, das 8h às 18h30 e sábados, das 8h às 13h30. A Biblioteca Mário de Andrade é localizada na Rua Jurubatuba, n.º 1415, no Centro de São Bernardo do Campo.

Dividida em três atos, a mostra apresenta Pagu em diversas atuações, como escritora, jornalista, militante política e mulher de teatro, destrinchando silêncios e, no mínimo, intrigando seu interlocutor. Em destaque, a realidade brasileira dos anos 1920 aos anos 60, com suas tensões políticas e manifestações culturais.

A exposição é baseada na obra literária homônima, escrita por Lúcia, presidente da Universidade Santa Cecília, do Centro de Estudo Pagu Unisanta e autora de diversos livros, filmes e obras sobre Pagu, produzidos nos últimos 22 anos. Seu último trabalho, o livro “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão”, foi escrito com a colaboração de Geraldo Galvão Ferraz e lançado em julho de 2010. O público poderá participar da noite de autógrafos do livro Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão, co-edição da Editora Imprensa Oficial e Editora Unisanta.

A obra Viva Pagu – O objetivo do livro é recuperar o sentido dos gestos de Patrícia Galvão e da vanguarda do século 20 no Brasil para o público. “A identificação com os sonhos e ideais de Patrícia Galvão nos faz entender sua época e sua história de vida, ligada à luta pela liberação das minorias sociais, pela superação dos preconceitos, pelo espaço de construção da cultura brasileira, elegendo a arte como o caminho capaz de garantir o acesso à brasilidade.”, diz a autora.

O evento é realizado pela Prefeitura de São Bernardo, pela Arte Rumo Produções Artísticas com apoio da Universidade Santa Cecília e do Centro de Estudos Pagu Unisanta, que reúne mais de 3 mil documentos digitalizados. Informações no telefone (13) 3202.7180, no site www.pagu.com.br ou pelo twitter @100anosdepagu.


Mona Dorf: Pagu, a musa do modernismo em bela edição

Mais um veículo de grande credibilidade recomenda o livro “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão”. A colunista Mona Dorf, do portal IG, classificou a obra como “rico material iconográfico, textos e belas imagens, cartas e outros documentos inéditos”.

No post, Mona mostra nove fotos do livro, além de dois vídeos com entrevistas que Lúcia Teixeira Furlani, autora de Viva Pagu, concedeu para a jornalista na Flip, em agosto.

Mona termina a publicação com mais um vídeo, apresentado por Lúcia na Feira Literária, em Paraty e com o seguinte texto: “Palavras, sons, imagens como forma de despertar a imaginação e a criatividade, debates e atividades, mediadas pelas obras e a trajetória de Pagu; vídeos baseados em livros escritos por Lúcia, – produzidos pela Unisanta, como esse, baseado no livro homônimo de Lúcia e dirigido por Rudá de Andrade, primeiro filho de Pagu -formam o arsenal multimídia para despertar as pessoas, através dessa figura tão bela e instigante, que morreu precocemente, depois de sofrer na prisão”.

Confira a publicação: http://colunistas.ig.com.br/monadorf/tag/editora-unisanta/


Comemoração dos 100 anos de Pagu é destaque nacional e internacional. Exposição no Teatro Municipal em cartaz até dia 3

O centenário de Pagu, Patricia Galvão, foi devidamente comemorado, com lançamentos e eventos no Brasil e no exterior, coordenados por Lúcia Maria Teixeira Furlani e o Centro de Estudos Pagu Unisanta, e destacados entre os melhores do ano pela mídia nacional e internacional. O ponto alto foi o lançamento do livro “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão” editado pela Unisanta e Imprensa Oficial, escrito em parceria com Geraldo Galvão Ferraz e a exposição Viva Pagu, baseada no livro.

Entre outros eventos culturais, Pagu foi tema de debate e palestra de Lúcia na Flip- Feira Literária Internacional de Paraty, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em congressos internacionais como o da APSA – American Portuguese Studies Association, realizado na Universidade de Brown, nos Estados Unidos.

A exposição Viva Pagu poderá ser vista até 3 de janeiro no foyer Teatro Municipal Braz Cubas (Avenida Pinheiro Machado, 48. Vila Mathias), em Santos. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Ingresso livre. Informações: 3226-8000.


Faustão indica livro “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão”

Durante o programa Domingão do Faustão do último dia 19, o apresentador Fausto Silva indicou como uma ótima dica de presente o livro “Viva Pagu – Fotobiografia de Patrícia Galvão”, escrito pela presidente da Universidade Santa Cecília (Unisanta), Lúcia Maria Teixeira Furlani, e Geraldo Galvão Ferraz, filho de Pagu. A obra é coeditada pela Editora Unisanta e pela Imprensa Oficial.

“Este livro é muito importante para homens e mulheres conhecerem um pouco da recente história deste País”, afirmou Fausto Silva no “Vitrine do Faustão”, quadro que mostra uma seleção rigorosa dos melhores lançamentos literários da atualidade.


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